Acho muita piada aos críticos de cinema pseudo-intelectuais que escrevem críticas em muita da nossa imprensa escrita. Falo daqueles que usam expressões como “a metamorfose do eu individual”, aplicando-as a filmes que afinal retratam um proxeneta que nos tempos livres rouba carros.
Porque será que estes tipos se acham tão importantes ao escrever frases e frases que apenas 0,005% dos leitores vão perceber e que muitas vezes nada têm a ver com o filme em questão? Naturalmente, apenas para alimentar o seu próprio ego.
Agem como se o seu precioso lugar apenas pudesse ser ocupado por uns poucos iluminados.
Será que não percebem que para o ocupar basta ter personalidade jurídica e não ser cego?
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